Thursday, July 2, 2009

O estado da nação é mau?

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Quando se consegue chegar a ministro praticamente “sem saber ler nem escrever” em matéria de negócios, como poderia o estado do país ser melhor?
Mesmo assim, já é sorte o que temos…
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" Body Language..."

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se nunca houve ofendidos com coisas realmente graves que já ocorreram, por que seria agora ofensa uma simples figura de retórica?
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O dr. Vitorino também se engana.
Quando ia referir-se ao governo para criticar o "activismo marratório", foi uma coisa diferente que lhe saiu cá para fora...
Acontece.
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... e o paraíso no teu olhar...
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Wednesday, July 1, 2009

Desfasamentos

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A prevenção de incêndios só entrou na fase “charlie” após o ministro Teixeira ter entrado na fase “charla”, ao inaugurar a fase do “fim da crise”.



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... o país não se desfasa da fase de ver navios...
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Tuesday, June 30, 2009

EM PRIMEIRO LUGAR - TOMAR

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Tomar é uma cidade que recordo com prazer, do ano em que estudei no Colégio Nun’ Álvares, ao tempo dirigido com mão de ferro pelo Sr. Lopes.
Era o Sr. Lopes apoiado pela sua famosa menina-de-cinco-olhos que me calhou experimentar numa ocasião, e por uma equipa de “perfeitos” onde avultava pelo físico aquele a quem chamávamos - "o Corinhas", e que, como autodidacta, se especializara em “caldos”. Claro que, como está bem de ver, estes mimos só eram dispensados à malta mais dada a escorregadelas, e tinham por finalidade - repor o equilíbrio do sistema. A camarata Poente, onde me foi dado residir, era a mais atreita a turbulências, e por essa razão a que mais beneficiava destas idiossincrasias da gerência.
Gostei de ter andado no Colégio de Tomar.
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Vem isto a propósito de haver um grupo de ilustres, onde está o meu amigo Jorge Ferreira, que resolveu organizar uma lista e candidatar-se à autarquia de Tomar.
O poder local é a única área, por enquanto, onde aos cidadãos é permitida alguma iniciativa livre dos jogos e instrumentalizações da “malta dos aparelhos”.
Sofrendo o país de uma grave doença centralizadora, cabe aos cidadãos interessarem-se nos assuntos que mais de perto lhes dizem respeito, e trabalharem por eles.
Além do mais, só do poder local pode vir a nascer a semente renovadora do sistema.
Junto os meus parabéns pela iniciativa, e o desejo de bons resultados a esta lista de cidadãos.
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as Golden Shares

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Têm oferecido excelentes Golden Shelves às nomenklaturas do regime.
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Após um Mad on,

vem sempre um Mad off
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Num grande país como os USA, o funcionamento da justiça é uma coisa que se sente.
Noutros lugares, é uma coisa que parece estar sentada.
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Pois é, pois é…

Não é?
O défice de credibilidade alastrou a todos os chamados núcleos duros do sistema.
Poucos escapam a esta pandemia.
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Monday, June 29, 2009

Excepções

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Faz hoje anos uma rapariga excepcional. Gentil e despretensiosa como são os grandes, tem uma figura franzina, tímida, quase frágil e absolutamente improvável de ter feito os feitos que realmente fez.
Uma trinca-espinhas, na linguagem popular. Porém, uma trinca-espinhas que, naquela simpatia que continuamente lhe sorri dos lábios, foi capaz de trincar e mastigar todos os melhores resultados de todas as suas concorrentes.
De entre todas as excepções olímpicas que o país já viu, a fantástica Rosinha foi a mais excepcional.
Parabéns à maior campeã.
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I believe

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Give me one moment in time
When I'm more than I thought I could be
When all of my dreams
Are a heart beat away
And the answers are all up to me
Give me one moment in time
When I'm racing with destiny
Then in that one moment of time
I will feel, I will feel eternity

You're a winner for a lifetime
If you seize that one moment in time
Make it shine
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Sunday, June 28, 2009

Monólogos da vizinha

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Para que não haja dúvidas, a cooperação estratégica está viva, goza de boa saúde, e continua a funcionar muito bem.
No quadro de um pragmatismo “à la carte”, o presente e o futuro são vasos comunicantes. Um condiciona o outro, e vice-versa.
Que bom, que bom, que bom.
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Nunca, como nos tempos que correm, esteve mais certo o poeta:
“… e julgareis qual é mais excelente,
Se ser do mundo Rei, se de tal gente”
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Saturday, June 27, 2009

Novos desalentos,

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seria o resultado de virem a ser confirmadas as acusações do MP à anterior administração do BCP.
Desistir de acreditar na existência de um lado limpo intrínseco ao geral da natureza humana traz-nos de volta a caverna e, pior, pode operar em nós uma adaptação a essa ambiência que se supunha polida por séculos de civilização.
A excepção parece ter passado a regra. Isto não augura nada de bom para o que parece ser o destino comum onde conduz uma nova cultura, nascida na negação dos valores essenciais a que fomos habituados.
Nesta situação, poder-se-ia dizer que tudo aquilo que os media fazem, a natureza acaba por corrigir. Ou seja, o virtual passa a ser a realidade a que temos direito, e esta afasta-se continuamente daquilo que era.
Não gosto, sinceramente.
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Friday, June 26, 2009

Ball Games.

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Diz um ditado irlandês que - “the pretty guys never win the ball games”.
O contrário não sabemos se será verdade, isto é, se os “ball games winners” não poderão ser “pretty guys”, e nunca, nunca, mesmo que seja só um bocadinho - abichanados.
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Seja como for, parece mais fácil a uma desenxabida da espécie da Paris Hilton poder entrar virgem no reino dos céus do que vir a saber o que é o “Homo sapiens erectus”.
Aquilo é o verdadeiro pãozinho sem sal.
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Olha para o que eu digo...

... não olhes para o que eu sempre fiz.
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O PSD, que tem alternado com o PS na engorda do Estado, pede reformas e promete colocá-lo sob rigorosa dieta de emagrecimento.
Não há campanha eleitoral sem termos o PSD a pedir Estado magro, e o PS a prometer mais Estado social. Invariavelmente, e qualquer que seja o protagonista, a coisa salda-se por aumentos nas despesas do Estado.
O Estado obeso engorda continuamente a cada nova legislatura.
Este é um calcanhar de Aquiles deste sistema político. Fartos das cíclicas boas promessas que depois se vêem opostas às realidades, continuar a acreditar nos mesmos exige um esforço ao fígado e à paciência, que está para lá da capacidade possível.
Como não há renovação e o sistema não permite que despontem alternativas “de facto”, ou se vota nos mesmos ou não se vota. É tão simples como isso, amigo Jorge.
Não é desprezar o voto. Será antes, pelo respeito que se lhe tem, não o oferecer a este sistema e às suas gentes. Em geral o desperdício não agrada às pessoas.
Este pode ser o sentimento em grande parte da larga percentagem que fica habitualmente em casa.
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Wednesday, June 24, 2009

O PC fora de pé

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Para desgosto dos comunistas, que vivem de alimentar o confronto cego e permanente, a Autoeuropa demonstrou um alto sentido de responsabilidade social.
Há dias de azar. Não é?
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Tuesday, June 23, 2009

Guantanamera

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O governo ainda não explicou se os prisioneiros de Guantánamo vêm para cá, por ser quase impossível evadirem-se lá da ilha.
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Uma acção arriscada

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Foi o ministro da cultura deixar-se entrevistar na televisão.
Não por o sr. Crespo ser agressivo a perguntar, que não o é, mas por ficar tão claramente à vista de todos a impossibilidade que existe em extrair-se uma só ideia com substância, de uma folha de papel em branco.
Quando se pretende um amanuense amaneirado a interpretar sinfonias, a coisa pode acabar em música desconcertante. É o caso.
Parra, parra, e mais parra. Vai-se a ver da uva… nada.
Volta Carrilho. Estás perdoado.
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Sunday, June 21, 2009

Extremismos

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Há dois extremismos na geografia política da esquerda indígena. Um que é a favor de coisa nenhuma, o BE, e outro que é eternamente contra tudo e todos, o imutável PC.
O caso Autoeuropa acaba de fazer essa demonstração.
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Saturday, June 20, 2009

Eurípedes à moda da casa

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28 – “Virgens Bacantes” – 28 houveram por bem despertar da letargia e sair à rua a clamar contra obras públicas.
Obras em tudo semelhantes, na utilidade e nos custos, a muitas que em várias ocasiões “vários dos exactamente mesmos”, louvaram, aprovaram, e realizaram com as suas respectivas quotas-partes de responsabilidade, sem que isso lhes tivesse causado, tempestivamente, quaisquer pruridos.
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Agora, porém, sentindo-se correr no ar aromas de mudança, eis que logo correm alvoroçados “vários dos exactamente mesmos” a enojar-se de mais obras.
É este, o teatro que temos.
Bacantes fazem-se virgens, a ver se por elas se enamoram possíveis futuras situações que os odores atmosféricos fazem crer de Leite e de Mel.
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Ou seja, depois de desde há muito ter sido reconhecido às mulheres o direito e a normalidade de terem tido o seu passado sem que isso as torne Bacantes, vêm agora Bacantes politicamente dissolutas pretender, sem terem esse direito, passar por nunca terem tido passado, querendo que o país as tome por donzelas no mais absoluto estado virginal.
É o que no teatro político se chama – “uma pantomina descarada”.
O país é corno, como toda a gente sabe, mas não será parvo de todo.
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Obama e a mosca

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Um membro da associação que repudiou o acto bárbaro de Obama, mostra como se tratam estes problemas.
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