Tuesday, August 11, 2009

As minhas motos ( II )

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A minha terceira moto foi uma Yamaha. A fantástica XTZ-750 Super Ténéré.
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Ao mesmo tempo, tive a quarta moto.
Esta YZ-250. Uma máquina “passa por tudo” e com quaisquer condições atmosféricas. Quanto mais lama, melhor. É para isso que estas motos servem. Só para curtir...

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Frio, vento, chuva intensa, nada nos fazia parar. Éramos quatro amigos em arriscados crosses varrendo a serra de Sintra todos os sábados, em todas as direcções.
Um dia, dei um trambolhão. Estalou-se uma vértebra e uma costela. Terminei aqui o meu período de MotoCross.
Mas, evidentemente, o prazer das duas rodas é coisa que nunca morre. Quem anda de mota sabe do que estou a falar.
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Dear readers,

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It order to give everybody the opportunity to understand the comments posted by other visitors, you are invited to post in the west european most common languages.

So, should you like to leave your comments in this blog, please write them in Portuguese, English, Spanish, French or Italian language.
Comments written in any other languages will be erased.
Thank you very much
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Monday, August 10, 2009

A agradecer

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Um livro essencial para se compreender o Estado a que isto chegou.
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As minhas motos

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Esta SUZUKI foi a minha primeira moto.
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Depois, tive esta Maxi-Puch

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Mudei de cavalo para burro, mas houve uma razão:

Como o meu Pai não me dava uma moto, eu arranjei maneira de comprar a SUZUKI. Depois, como o meu irmão também enfrentou o mesmo problema, a minha solidariedade fez-me trocar a SUZUKI por duas mais baratinhas PUCH.

Foi assim que mudei de uma motorizada a sério, para esta coisa de pedais com motor. Mas andava, e isso é que era importante.

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Friday, August 7, 2009

Lesar os consumidores e o país

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Havia dois grupos interessados na compra da COMPAL, quando esta empresa foi posta à venda. Um, era formado pelos quadros da empresa e chefiado pelo dr. Antonio Pires de Lima. O outro era a multinacional Coca-Cola, que assim pretendia investir no país, certamente com os olhos postos no mercado ibérico e mais além.
O governo, cedendo às pressões do costume, não autorizou nenhuma daquelas hipóteses de transacção e fez a florescente COMPAL ser integrada na falida SUMOL, sob o alto patrocínio da Caixa Geral de Depósitos.

Nesse momento, o nascimento da empresa SUMOL + COMPAL deu origem a um novo monopólio, matando a concorrência.
Passado este tempo, acabaram os néctares da SUMOL, ficando o mercado entregue à marca COMPAL.
Assim se promovem interesses obscuros e se prejudica o mercado e os consumidores.
Até quando?
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Thursday, August 6, 2009

O horror ao vazio

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Olha-se para a classe política que nos tem pastoreado (obrigado JG), e pergunta-se:
- Onde está uma ideia criadora? Onde está o nervo reformador? Quem será capaz de gerar uma vontade colectiva? Qual dos actores não é repetente nas promessas incumpridas? Onde está quem possa oferecer garantias credíveis?
E só há uma resposta:
- Ninguém. Não existe ninguém.
É tudo um absoluto vazio. Um deserto estéril, onde nos procuramos entreter em escaramuças.
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É este o drama do país.
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Pois...,

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Concorde-se ou não, Manuela Ferreira Leite…
… Produziu uma ruptura e ganhou. Ganhou rompendo
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Ganhou, de facto. Porém, é preciso ver se foi Manuela a romper, ou o que parece, terem sido os outros a romperem-se dela e contra ela.
Depois, rupturas destas para quê? Com que objectivos?
Para impor renovados padrões? Tecidos de novas qualidades? Não.
A ruptura deu-se, apenas e tão só, devido à habitual disputa pelos lugares, e por Manuela ter dado o flanco ao ir buscar a roupita mais coçada aos fundos bafientos das arcas onde se achavam esquecidos.
Deus Pinheiro, o famoso Preto, a dona Lopes, o sr. Montalvão, e outros notáveis, são exemplos desse figurino há muito desbotado.
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Para se ver nisto uma vitória, e se calhar decisiva para chegar ao poder, enfim, parece-me ser necessário forçar um bocadinho a boa vontade e o optimismo.
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Wednesday, August 5, 2009

Nelinha no país das maravilhas

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Manuela continuou:
"O senhor poderia dizer-me, por favor, que caminho devo tomar para sair daqui?"
"Isso depende muito do local para onde você quer ir", respondeu o Gato.
"Não me importo muito para onde...", retorquiu Nelinha.
"Então não importa o caminho que você escolha", disse o Gato.
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Eis um processo expedito para fazer listas.
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LT - duas letras mágicas

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BMW K 1200 LT
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Férias como eu gosto.
Logo que possa...
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Tuesday, August 4, 2009

O que é que a morena tem?

E vice-versa.
Ou como alguns bem-intencionados parece terem comprado gato, por lebre.
Não é apenas o óptimo que é inimigo do bom. O sofrível também é, e ainda mais.
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Tem bata rendada, tem! Pulseira de ouro, tem!

Tem saia engomada, tem! Sandália enfeitada, tem!

Tem graça como ninguém

Como ela requebra bem!

Monday, August 3, 2009

Bom senso, o que será?

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Não é preciso ter mais que um único neurónio a funcionar, para perceber que isto não pode acabar bem.
É do mais elementar bom senso.
Mas no fundo, os clubes, tal como os partidos, também são os espelhos do país. E os exemplos que chegam a toda a gente, - o TGV para ir á casa de banho, a 3ª auto-estrada Lisboa - Porto, etc., só mostram que este país é demasiado pequenino para o ego de que se encontra possuído.
Estes desmandos só me fazem lamentar os desgostos dos meus queridos amigos da Aficion.
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Sunday, August 2, 2009

Crónica de um desastre anunciado

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Não sei de onde partiu a estratégia da campanha do PSD. Nem sei mesmo, digo-o sem ironia, se haverá sequer uma estratégia .

Qual será o objectivo das recomendações feitas ao PS nos cartazes?
Exemplos: “prometam só o que podem fazer”, “olhem mais pelas pessoas”, etc.

Será um subliminar – “paciência, sabemos que vão continuar, mas vejam lá se são mais bonzinhos”?
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Macilenta na cor, seca de ideias e de propostas mas inundada de passados, a drª. Ferreira Leite faz bem o papel de zombie político.
A sua imagem reúne dois pontos negros: afasta os mais velhos, que se lembram dela e dos seus famosos pagamentos por conta, etc., e repele os mais novos, aos quais não diz nada. Surge aos dois grupos como uma espécie de madrasta.

Por este andar, e não havendo já tempo para encontrar o caminho, a dúvida estará em saber se Sócrates ganha com maioria absoluta, ou relativa.
Pelo que tenho visto, e cada dia fico disso mais convencido, o país vai eleger novamente o PS, e muito provavelmente com nova maioria absoluta.
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Isto, aliás, é mais uma evidência da agonia em que estrebucha o sistema político.
A pujança de alternativas e a capacidade de se gerarem movimentos reformadores, pura e simplesmente – morreram. Morreram juntamente com a sociedade civil que não chegou a nascer.
Não há líder na oposição. Só um imenso mais do mesmo, e pessimamente comunicado.
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Claro que o sistema é intocável

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Saturday, August 1, 2009

Dramas de início de verão

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Alegre é um poeta cada dia mais triste, e este sábado veio-se directamente do dia internacional do orgasmo.
Que terá uma coisa a ver com a outra?
Alguma amputação?
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Roubalheira é o que parece

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Mas como se poderia fazer de outra maneira?
Como compensar deficits, se a secura dos diamantes da Jamba, digo marfins, digo simples turismo, dificilmente terá sido substituída pelos cheques do imbecil do Orinoco?
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uma coisa é certa: quando for possível despoluir a História das manipulações e encobrimentos destes 35 anos, a realidade irá mostrar nomes, ao lado dos quais as piranhas e as sanguessugas não passam de gentis e delicados peixinhos decorativos.
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Absurdos

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Era mais útil os meios de comunicação divulgarem, não quantos casos de gripe já ocorreram, mas o número de pessoas que, em cada dia – ainda se encontram doentes.
Assim, só se gera alarmismo.
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Em 2008 faleceram cerca de 2500 pessoas em Portugal, por causas atribuídas à gripe normal, sem que a isso tivesse sido dado qualquer destaque.
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Friday, July 31, 2009

Fez bem em negar

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"Joana Amaral Dias, militante bloquista, desmente que tenha tido "contactos privados e íntimos" com Paulo Campos, tal como o secretário de Estado tinha afirmado."
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Ó querida, isso é lá consigo. Você é que sabe das suas intimidades.
Mas as coisas, ditas assim, fazem desse Paulo um pequenino, e reles, gabarola.
Gente que se gaba de ter tido intimidades privadas, seja lá com quem for, não merece confiança.
Fez bem em negar.
Em qualquer caso, essas coisas negam-se sempre.
E ainda mais agora, depois dos chifres terem ganho lugar na política.
Nunca se sabe, nunca se sabe.
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Força, Margarida

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É a hora dos independentes. Basta de eleger correias de transmissão idiotas que, partindo de Directórios partidários amorfos, conduzem as coisas ao mais indigente marasmo.
E por que acontecem as coisas assim?
- Porque essas Direcções apenas procuram, e aceitam, o Compromisso entre os seus particulares interesses, e os interesses das suas particulares pessoas.
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Bem, esta prosa inflamada serve apenas para chamar a tua atenção para um cuidado essencial nesta época eleitoral, tanto Além, como Aquém-Mar:
- Olho na sacanagem, e atenção ás caçadeiras.
Capice?

A melhor sorte de todas.
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Thursday, July 30, 2009

Os chatos da parte oposta.

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António de Sousa era governador do Banco de Portugal quando o banco foi autorizado. Mas assegurou que foi "contrariado" que concedeu a licença ao banco fundado por João Rendeiro e só por imposição dos advogados da parte oposta.
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Traduzindo:
- Ou o ex-governador do Banco de Portugal tinha o poder legal para não “dar licença”, mas teve receio dos advogados,
- Ou, não tendo esse poder legal, era forçado a “dar licença”, mas pretendia “negar licença” com base no seu estimável – achismo, e teve receio dos advogados.
Concluindo:
É fácil ver que as responsabilidades cabem aos senhores advogados da parte oposta.
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O estado do país espelha a baixa qualidade geral dos seus dirigentes. E o Banco de Portugal, em certos casos, tem sido um Primus inter pares.

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Sinfonia da absolvição

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Na terrinha lusitana
A justiça, que é bacana,
Por razões hiperactivas
Ou apenas recreativas
Primeiro manda prender
Para depois absolver
Vários dos incriminados
Em crimes imaginados
Que aconteceu ocorrerem
Sem contudo sucederem.
Tal como, sendo ao contrário,
São contas de igual rosário.
Quer Fátima seja ou não santa,
Quer Valentim pinte a manta,
- O que importa é no final
Haver sempre carnaval
E a justiça ser banana,
Num país que é bué sacana.
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