Saturday, August 15, 2009

Moitas sem flores que se cheirem

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A Natureza sabe o que faz. Veja aqui.
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As minhas motos ( IV )

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Após a Harley, voltei à Yamaha.
A XJR-1300 foi talvez a mais bela moto que já tive.


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Linda, com muitos cavalos e bastante agilidade, os imponentes quatro cilindros deixam rendido qualquer adorador de motos.
A aerodinâmica, sempre a aerodinâmica, não a recomendava para viajar. Esta foi a minha sexta moto.
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Thursday, August 13, 2009

O tira e põe das bandeirolas

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Excluindo aquele género de excentricidades habituais entre betinhos, ou outra qualquer razão narcísica, é incompreensível que seres ainda não entrados na zona degenerescente da idade, e tidos geralmente como pensantes, possam, com seriedade, dar qualquer crédito á chamada causa monárquica.
O direito uretral está entre aquelas coisas perfeitamente datadas, e desfasadas do que deve ser o Estado moderno.
Sem outras argumentações, só as dificuldades inerentes à remoção de um rei, mesmo quando o seu exercício prejudica manifestamente o Estado, são já razões suficientes para se dar um desconto à causa, e uns “ben-u-ron” às excentricidades monárquicas.
O resto é como a brincadeira das bandeirolas. Serve para entreter o tempo quente.

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As minhas motos ( III )

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Harley-Davidson é uma marca mítica para muitos adoradores das máquinas roladoras.
Depois das duas Yamaha, esta Harley foi a minha quinta moto.
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Era bonita e agradável para passear, mas tinha dois defeitos:
- A muita vibração devido à concepção antiquada do motor, e a falta de protecção aerodinâmica impediam o mínimo conforto acima dos 80 km/h.
Era uma moto mais para dar nas vistas do que para se viajar longe. Gostei, mas não fiquei com saudades.
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Tuesday, August 11, 2009

Não deve haver problema

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Não deve haver problema.
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As minhas motos ( II )

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A minha terceira moto foi uma Yamaha. A fantástica XTZ-750 Super Ténéré.
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Ao mesmo tempo, tive a quarta moto.
Esta YZ-250. Uma máquina “passa por tudo” e com quaisquer condições atmosféricas. Quanto mais lama, melhor. É para isso que estas motos servem. Só para curtir...

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Frio, vento, chuva intensa, nada nos fazia parar. Éramos quatro amigos em arriscados crosses varrendo a serra de Sintra todos os sábados, em todas as direcções.
Um dia, dei um trambolhão. Estalou-se uma vértebra e uma costela. Terminei aqui o meu período de MotoCross.
Mas, evidentemente, o prazer das duas rodas é coisa que nunca morre. Quem anda de mota sabe do que estou a falar.
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Dear readers,

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It order to give everybody the opportunity to understand the comments posted by other visitors, you are invited to post in the west european most common languages.

So, should you like to leave your comments in this blog, please write them in Portuguese, English, Spanish, French or Italian language.
Comments written in any other languages will be erased.
Thank you very much
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Monday, August 10, 2009

A agradecer

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Um livro essencial para se compreender o Estado a que isto chegou.
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As minhas motos

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Esta SUZUKI foi a minha primeira moto.
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Depois, tive esta Maxi-Puch

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Mudei de cavalo para burro, mas houve uma razão:

Como o meu Pai não me dava uma moto, eu arranjei maneira de comprar a SUZUKI. Depois, como o meu irmão também enfrentou o mesmo problema, a minha solidariedade fez-me trocar a SUZUKI por duas mais baratinhas PUCH.

Foi assim que mudei de uma motorizada a sério, para esta coisa de pedais com motor. Mas andava, e isso é que era importante.

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Friday, August 7, 2009

Lesar os consumidores e o país

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Havia dois grupos interessados na compra da COMPAL, quando esta empresa foi posta à venda. Um, era formado pelos quadros da empresa e chefiado pelo dr. Antonio Pires de Lima. O outro era a multinacional Coca-Cola, que assim pretendia investir no país, certamente com os olhos postos no mercado ibérico e mais além.
O governo, cedendo às pressões do costume, não autorizou nenhuma daquelas hipóteses de transacção e fez a florescente COMPAL ser integrada na falida SUMOL, sob o alto patrocínio da Caixa Geral de Depósitos.

Nesse momento, o nascimento da empresa SUMOL + COMPAL deu origem a um novo monopólio, matando a concorrência.
Passado este tempo, acabaram os néctares da SUMOL, ficando o mercado entregue à marca COMPAL.
Assim se promovem interesses obscuros e se prejudica o mercado e os consumidores.
Até quando?
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Thursday, August 6, 2009

O horror ao vazio

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Olha-se para a classe política que nos tem pastoreado (obrigado JG), e pergunta-se:
- Onde está uma ideia criadora? Onde está o nervo reformador? Quem será capaz de gerar uma vontade colectiva? Qual dos actores não é repetente nas promessas incumpridas? Onde está quem possa oferecer garantias credíveis?
E só há uma resposta:
- Ninguém. Não existe ninguém.
É tudo um absoluto vazio. Um deserto estéril, onde nos procuramos entreter em escaramuças.
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É este o drama do país.
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Pois...,

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Concorde-se ou não, Manuela Ferreira Leite…
… Produziu uma ruptura e ganhou. Ganhou rompendo
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Ganhou, de facto. Porém, é preciso ver se foi Manuela a romper, ou o que parece, terem sido os outros a romperem-se dela e contra ela.
Depois, rupturas destas para quê? Com que objectivos?
Para impor renovados padrões? Tecidos de novas qualidades? Não.
A ruptura deu-se, apenas e tão só, devido à habitual disputa pelos lugares, e por Manuela ter dado o flanco ao ir buscar a roupita mais coçada aos fundos bafientos das arcas onde se achavam esquecidos.
Deus Pinheiro, o famoso Preto, a dona Lopes, o sr. Montalvão, e outros notáveis, são exemplos desse figurino há muito desbotado.
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Para se ver nisto uma vitória, e se calhar decisiva para chegar ao poder, enfim, parece-me ser necessário forçar um bocadinho a boa vontade e o optimismo.
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Wednesday, August 5, 2009

Nelinha no país das maravilhas

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Manuela continuou:
"O senhor poderia dizer-me, por favor, que caminho devo tomar para sair daqui?"
"Isso depende muito do local para onde você quer ir", respondeu o Gato.
"Não me importo muito para onde...", retorquiu Nelinha.
"Então não importa o caminho que você escolha", disse o Gato.
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Eis um processo expedito para fazer listas.
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LT - duas letras mágicas

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BMW K 1200 LT
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Férias como eu gosto.
Logo que possa...
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Tuesday, August 4, 2009

O que é que a morena tem?

E vice-versa.
Ou como alguns bem-intencionados parece terem comprado gato, por lebre.
Não é apenas o óptimo que é inimigo do bom. O sofrível também é, e ainda mais.
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Tem bata rendada, tem! Pulseira de ouro, tem!

Tem saia engomada, tem! Sandália enfeitada, tem!

Tem graça como ninguém

Como ela requebra bem!

Monday, August 3, 2009

Bom senso, o que será?

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Não é preciso ter mais que um único neurónio a funcionar, para perceber que isto não pode acabar bem.
É do mais elementar bom senso.
Mas no fundo, os clubes, tal como os partidos, também são os espelhos do país. E os exemplos que chegam a toda a gente, - o TGV para ir á casa de banho, a 3ª auto-estrada Lisboa - Porto, etc., só mostram que este país é demasiado pequenino para o ego de que se encontra possuído.
Estes desmandos só me fazem lamentar os desgostos dos meus queridos amigos da Aficion.
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Sunday, August 2, 2009

Crónica de um desastre anunciado

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Não sei de onde partiu a estratégia da campanha do PSD. Nem sei mesmo, digo-o sem ironia, se haverá sequer uma estratégia .

Qual será o objectivo das recomendações feitas ao PS nos cartazes?
Exemplos: “prometam só o que podem fazer”, “olhem mais pelas pessoas”, etc.

Será um subliminar – “paciência, sabemos que vão continuar, mas vejam lá se são mais bonzinhos”?
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Macilenta na cor, seca de ideias e de propostas mas inundada de passados, a drª. Ferreira Leite faz bem o papel de zombie político.
A sua imagem reúne dois pontos negros: afasta os mais velhos, que se lembram dela e dos seus famosos pagamentos por conta, etc., e repele os mais novos, aos quais não diz nada. Surge aos dois grupos como uma espécie de madrasta.

Por este andar, e não havendo já tempo para encontrar o caminho, a dúvida estará em saber se Sócrates ganha com maioria absoluta, ou relativa.
Pelo que tenho visto, e cada dia fico disso mais convencido, o país vai eleger novamente o PS, e muito provavelmente com nova maioria absoluta.
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Isto, aliás, é mais uma evidência da agonia em que estrebucha o sistema político.
A pujança de alternativas e a capacidade de se gerarem movimentos reformadores, pura e simplesmente – morreram. Morreram juntamente com a sociedade civil que não chegou a nascer.
Não há líder na oposição. Só um imenso mais do mesmo, e pessimamente comunicado.
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Claro que o sistema é intocável

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Saturday, August 1, 2009

Dramas de início de verão

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Alegre é um poeta cada dia mais triste, e este sábado veio-se directamente do dia internacional do orgasmo.
Que terá uma coisa a ver com a outra?
Alguma amputação?
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Roubalheira é o que parece

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Mas como se poderia fazer de outra maneira?
Como compensar deficits, se a secura dos diamantes da Jamba, digo marfins, digo simples turismo, dificilmente terá sido substituída pelos cheques do imbecil do Orinoco?
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uma coisa é certa: quando for possível despoluir a História das manipulações e encobrimentos destes 35 anos, a realidade irá mostrar nomes, ao lado dos quais as piranhas e as sanguessugas não passam de gentis e delicados peixinhos decorativos.
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