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Ligo a TV.
Aqui de longe, não se vê nada de novo. As notícias são as mesmas. As coisas continuam iguais, paradas no tempo.
Até o governo permanece igual.
Parece estar a governar outro país.
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Thursday, December 17, 2009
Sunday, November 29, 2009
Talentos ocultos?
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Por quererem ocultar talentos, ou por outras intenções ocultas, a polícia e o ministério público persistem em dar provas de uma aflitiva falta de competência.
Caso após caso, insistem em perseguir e lançar suspeitas sobre pessoas que depois são dadas por inocentes.
Já chega.
Por favor, voltem aos manuais.
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Saturday, November 28, 2009
Wednesday, November 25, 2009
fazendo o pleno...
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A Justiça é, recorrentemente, geradora de elevados rendimentos para muita gente.
Amanhã, tal como ontem, a quantos são hoje acusados corresponderá uma gorda indemnização do Estado.
É o pleno da imaginação.
Tanto se lucra com a imobilidade da Justiça, como se ganha com as suas acções.
Costuma chamar-se a isto - fazer o pleno.
Primeiro faz-se o plano, depois faz-se o pleno. Ganha-se em todos os tabuleiros.
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A Justiça é, recorrentemente, geradora de elevados rendimentos para muita gente.
Amanhã, tal como ontem, a quantos são hoje acusados corresponderá uma gorda indemnização do Estado.
É o pleno da imaginação.
Tanto se lucra com a imobilidade da Justiça, como se ganha com as suas acções.
Costuma chamar-se a isto - fazer o pleno.
Primeiro faz-se o plano, depois faz-se o pleno. Ganha-se em todos os tabuleiros.
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Monday, November 23, 2009
Faces claras
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As mulheres bonitas, são bonitas ao pé e ao longe.
As feias, parecem bonitas ao longe.
Só o país continua horrível a qualquer distância.
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As mulheres bonitas, são bonitas ao pé e ao longe.
As feias, parecem bonitas ao longe.
Só o país continua horrível a qualquer distância.
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Especialistas de Portugal
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Ronaldo, o futebolista mais bem pago do Mundo.
Vitor Constâncio, o carregador de pianos mais bem pago do Mundo.
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Ronaldo, o futebolista mais bem pago do Mundo.
Vitor Constâncio, o carregador de pianos mais bem pago do Mundo.
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Monday, November 9, 2009
a Oeste, nada de novo
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há sempre uma pequena história a fazer-nos ver como este infeliz país tem andado...
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... à Vara larga.
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há sempre uma pequena história a fazer-nos ver como este infeliz país tem andado...
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... à Vara larga.
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Tuesday, October 6, 2009
Monday, October 5, 2009
Ó Costa, só tens cá disto?
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Passam três anos sem ligarem peva à cidade, para depois desatarem a incomodar as pessoas premindo-lhes as campainhas das portas, enquanto descansam da cena popularucha em que fingiram gostar de bicicletas.
A avaliar por aquelas barrigas, nem eles andam de bicicleta, nem as bicicletas gostam deles.
A avaliar por aquelas barrigas, nem eles andam de bicicleta, nem as bicicletas gostam deles.
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A candidatura do dr. Costa, pela turba de diferentes sensibilidades e vertentes ideológicas, nos casos em que as há, é uma coisa parecida com uma salada de brócolos, ou um albergue de trutas e tritões, debulhados com molho à espanhola.
A distância que vai de um “Zé fazia falta” a uma “Roseta pain in the ass”, há-de ser a mesma que separa um courato de um par de iscas mal passadas, ambos géneros alimentícios necessariamente a evitar.
Ora a candidatura se empertiga no arrazoado de ideias abstrusas e contraditórias do Zé-boy, ora se deixa embalar naquele sonambulismo povoado de lugares comuns da dita arquitecta, que consegue ser - sempre - uma criatura chatíssima.
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Hoje, pasme-se, a tonta Helena propunha-se alargar em 1 metro as faixas do BUS, para lá circularem bicicletas.
Ora, como a arquitecta devia saber, nem nas ruas de Lisboa cabem faixas de BUS mais largas, nem em quase todas elas, devido ao relevo, se pode circular de bicicleta.
A cidade fará bem em não lhes dar troco.
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A candidatura do dr. Costa, pela turba de diferentes sensibilidades e vertentes ideológicas, nos casos em que as há, é uma coisa parecida com uma salada de brócolos, ou um albergue de trutas e tritões, debulhados com molho à espanhola.
A distância que vai de um “Zé fazia falta” a uma “Roseta pain in the ass”, há-de ser a mesma que separa um courato de um par de iscas mal passadas, ambos géneros alimentícios necessariamente a evitar.
Ora a candidatura se empertiga no arrazoado de ideias abstrusas e contraditórias do Zé-boy, ora se deixa embalar naquele sonambulismo povoado de lugares comuns da dita arquitecta, que consegue ser - sempre - uma criatura chatíssima.
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Hoje, pasme-se, a tonta Helena propunha-se alargar em 1 metro as faixas do BUS, para lá circularem bicicletas.
Ora, como a arquitecta devia saber, nem nas ruas de Lisboa cabem faixas de BUS mais largas, nem em quase todas elas, devido ao relevo, se pode circular de bicicleta.
A cidade fará bem em não lhes dar troco.
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Saturday, October 3, 2009
Wednesday, September 30, 2009
Afinal havia outra - estratégia
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Liderar é cavalgar uma elite, seja ela qual for.
Mais influente ou menos influente, com mais ou menos força, mais ou menos brilhante, não importa. Em cada situação ou cenário, o líder tem sempre de cavalgar a elite de cada circunstância. É assim o exercício do poder. Tal como a alteração e substituição das elites é intrínseca ao poder, está na sua natureza, e é essencial à sua manutenção.
Se numa dada situação e por uma qualquer razão se sente cercado, o líder que sabe liderar “abandona” a elite e volta-se directamente para o povo. É assim que as coisas funcionam, e continuarão a funcionar.
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Quando se junta a isto, a natureza endémica do português médio e as suas idiossincrasias, à cabeça das quais está a permanente e aflitiva necessidade do “pai”, é forçoso concluir-se que ao prof. Cavaco Silva, como a outro na sua situação e com igual prestígio popular, caberá sempre a última palavra. Basta-lhe esperar sem fazer mais ondas.
Estão errados todos os que imaginam o presidente sozinho e isolado. Nunca um líder, como este presidente já demonstrou ser, precisa de sair a “recrutar generais”. São sempre os "generais" que se apresentam para servir o líder, como também aqui irá ocorrer. É só esperarmos, para ver.
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Assim, são desfocadas as ideias que dão o presidente como estando encurralado. Não está. Pode estar momentaneamente apertado, mas rapidamente os nós se desatarão. O que admiraria era o governo não saber isso.
Liderar é cavalgar uma elite, seja ela qual for.
Mais influente ou menos influente, com mais ou menos força, mais ou menos brilhante, não importa. Em cada situação ou cenário, o líder tem sempre de cavalgar a elite de cada circunstância. É assim o exercício do poder. Tal como a alteração e substituição das elites é intrínseca ao poder, está na sua natureza, e é essencial à sua manutenção.
Se numa dada situação e por uma qualquer razão se sente cercado, o líder que sabe liderar “abandona” a elite e volta-se directamente para o povo. É assim que as coisas funcionam, e continuarão a funcionar.
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Quando se junta a isto, a natureza endémica do português médio e as suas idiossincrasias, à cabeça das quais está a permanente e aflitiva necessidade do “pai”, é forçoso concluir-se que ao prof. Cavaco Silva, como a outro na sua situação e com igual prestígio popular, caberá sempre a última palavra. Basta-lhe esperar sem fazer mais ondas.
Estão errados todos os que imaginam o presidente sozinho e isolado. Nunca um líder, como este presidente já demonstrou ser, precisa de sair a “recrutar generais”. São sempre os "generais" que se apresentam para servir o líder, como também aqui irá ocorrer. É só esperarmos, para ver.
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Assim, são desfocadas as ideias que dão o presidente como estando encurralado. Não está. Pode estar momentaneamente apertado, mas rapidamente os nós se desatarão. O que admiraria era o governo não saber isso.
Claro que sabe, mas a estratégia é outra.
O que temos aqui, é o PS a querer construir um clima favorável à vitimização do governo, para depois espremer a conjuntura a seu favor.
Com uma nova maioria absoluta à distância de meia dúzia de pontos, a tentação de novas eleições – “para desagravo do país face à actuação do presidente” - pode ser demasiado grande.
O problema em que encalhará esta estratégia é que Cavaco Silva, por não precisar de correr riscos, não irá dar o flanco. E o hipotético desagravo do país seria sempre, ao contrário, contra o PS.
Dentro de poucas semanas o governo vai voltar a “encaixar-se na normalidade”, e ficará tudo bem como dantes. Nesse preciso momento ficarão enterradas as esperanças de Manuel Alegre chegar a Belém na próxima vez.
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O que temos aqui, é o PS a querer construir um clima favorável à vitimização do governo, para depois espremer a conjuntura a seu favor.
Com uma nova maioria absoluta à distância de meia dúzia de pontos, a tentação de novas eleições – “para desagravo do país face à actuação do presidente” - pode ser demasiado grande.
O problema em que encalhará esta estratégia é que Cavaco Silva, por não precisar de correr riscos, não irá dar o flanco. E o hipotético desagravo do país seria sempre, ao contrário, contra o PS.
Dentro de poucas semanas o governo vai voltar a “encaixar-se na normalidade”, e ficará tudo bem como dantes. Nesse preciso momento ficarão enterradas as esperanças de Manuel Alegre chegar a Belém na próxima vez.
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Tuesday, September 29, 2009
Comunicação ao país
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Além de ter mau feitio para aturar a mentira política, ainda me restam alguns bytes de memória. Por esse facto, no momento em que me foi proibido, e ao país, expressar a opinião sobre a Constituição Europeia, decidi suspender o exercício de voto para as eleições legislativas.
Será retomado apenas no momento em que surja um agente político que me inspire a confiança necessária para lhe dar o meu voto.
Além de ter mau feitio para aturar a mentira política, ainda me restam alguns bytes de memória. Por esse facto, no momento em que me foi proibido, e ao país, expressar a opinião sobre a Constituição Europeia, decidi suspender o exercício de voto para as eleições legislativas.
Será retomado apenas no momento em que surja um agente político que me inspire a confiança necessária para lhe dar o meu voto.
Até lá, apenas votarei para os municípios. E neste caso, comunico que, por razões logísticas, tenho pena de não poder votar nesta lista, ou nesta lista, às quais, a bem dos respectivos munícipes, desejo os maiores sucessos.
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Monday, September 28, 2009
Um país que adora mitos
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Sabe-se, sabe-o toda a gente, que muitíssimos dos votos em Manuel Alegre foram, antes de mais nada, votos de rejeição ao dr. Soares. Como foram agora contra o PS, muitíssimos dos votos transitoriamente emprestados ao bloco “trotskysta-albanês”.
Sabe-se, sabe-o toda a gente, que muitíssimos dos votos em Manuel Alegre foram, antes de mais nada, votos de rejeição ao dr. Soares. Como foram agora contra o PS, muitíssimos dos votos transitoriamente emprestados ao bloco “trotskysta-albanês”.
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O passado milhão de votos de Manuel Alegre, que ele supostamente conservaria à sua disposição, é o grande bluff que continua a ser alimentado pela comunicação social, e por alguns entertainers.
Ele próprio sabe que, em circunstâncias normais, nunca mais poderá ter aquele número de votos nem coisa que se pareça.
Este país adora sebastianismos e não se cansa de esperar por aquele que o virá salvar.
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O passado milhão de votos de Manuel Alegre, que ele supostamente conservaria à sua disposição, é o grande bluff que continua a ser alimentado pela comunicação social, e por alguns entertainers.
Ele próprio sabe que, em circunstâncias normais, nunca mais poderá ter aquele número de votos nem coisa que se pareça.
Este país adora sebastianismos e não se cansa de esperar por aquele que o virá salvar.
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Algures num vértice, mais acima
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Extasiado, quase faltaram palavras ao professor Maltez para lustrar, ainda mais, o brilho da qualidade dos nossos políticos em geral.
Primeiro enlevado, depois convertido e absorvido pelo sistema, só falta ao professor Maltez surgir alguém que o baptize neste universo de perfeição.
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Extasiado, quase faltaram palavras ao professor Maltez para lustrar, ainda mais, o brilho da qualidade dos nossos políticos em geral.
Primeiro enlevado, depois convertido e absorvido pelo sistema, só falta ao professor Maltez surgir alguém que o baptize neste universo de perfeição.
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Sunday, September 27, 2009
Um real iniludível
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Estratégias que são fermentações de influências efluentes de um sistema viciado, desacreditado, e incapaz de ser renovado.
Até quando prosseguirá o canto do cisne?
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Estratégias que são fermentações de influências efluentes de um sistema viciado, desacreditado, e incapaz de ser renovado.
Até quando prosseguirá o canto do cisne?
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Óscar eleitoral
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O Óscar vai para o professor Fernando Rosas, pelo empolgamento a fazer lembrar um Cunhal da loja dos trezentos.
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É mais fácil achar moléculas de água na Lua, do que um átomo de sentido lógico naquela cabeça.
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O Óscar vai para o professor Fernando Rosas, pelo empolgamento a fazer lembrar um Cunhal da loja dos trezentos.
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É mais fácil achar moléculas de água na Lua, do que um átomo de sentido lógico naquela cabeça.
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