Thursday, January 15, 2009

whatever will be will be

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O Jorge Ferreira notou o surgimento de um novo conceito de Orçamento.
O Orçamento que antes de o ser - já era.

Trata-se de um Orçamento género pescadinha, o qual, por vir a ser objecto de nova cosmética de remodelação a prazo curto, segundo afirmam especialistas, caberá inteiramente no conceito de – “rabo na boca”. Quer dizer, um orçamento que antes de o ser já era, e depois de o ser, afinal será outra coisa que a seu tempo se saberá.
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the unbelievable - Dorisday Teixeira


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Muita lata

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Leia aqui, como o Bastos da “casta” dos famosos hóspedes “dos” Job da Câmara de Lisboa, tem a lata de armar em moralista.
Deve ser aquilo que na ciência Bastos se designa como democracia avançada.
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Wednesday, January 14, 2009

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Rating à hora do chá.

Há já muitos anos que qualquer indígena atento não dá o mínimo rating ao país.
O estrangeiro é que só agora reparou nisso.

Quando a dívida externa está com um pezinho nos 80% do PIB, falar em rating soa a debate sobre o sexo dos anjos. Pode fazer rir, mas não diverte.
Num país de baixa produtividade o Estado continua a jantar lagosta, suada nas dificuldades das empresas.
Depois de rota a banca, teme-se a bancarrota.
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Tuesday, January 13, 2009

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Descobertas tardias
- Rod Stewart
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Monday, January 12, 2009

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George Bush

Com o passar do tempo, talvez se venha a fazer a história dos anos de George Bush. A história da realidade, despida dos tiques e da arrogância dos que erradamente vêem a América com os olhos da Europa que imaginam existir.
Não existe essa Europa.

É muito difícil imaginar-se o que terão sido aquelas horas e dias após o 11 de Setembro. A ponderação de todas as opções, em cima da hora. O processo febril da preparação e tomada das decisões. A coragem de decidir no calor dos acontecimentos, sob pressão e sabendo que muitas dessas decisões não teriam espaço de regresso.
Apreciei em George Bush tudo isto, e a determinação com que enfrentou o terrorismo.
Podem não querer ver, mas a Europa deve à América e a George Bush a sua presente segurança.
O resto é a habitual conversa da treta.
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Óptimos dias para passear

Como apenas irei votar nas autárquicas, e só se houver um candidato que me agrade, acho indiferente que as legislativas a as autárquicas se realizem no mesmo dia ou em dias separados.
Desta vez, a abstenção vai ser o meu voto.
Enquanto se mantiver este sistema, resolvi não mais alimentar esta máquina perversa, pois parece-me que só uma abstenção em larga escala poderá alterar as coisas.
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Quero poder escolher os candidatos em quem votar. Não quero mais este sistema em que os candidatos são escolhidos pelos directórios e pelos queridos líderes, e ficam sujeitos a prestar-lhes vassalagem.
Mas, pensando bem, sugiro que as eleições se façam em dias diferentes. Há mais cafés abertos nos dias de eleições.
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Saturday, January 10, 2009

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Publicidade enganosa.

Contrariamente ao que diz a publicidade – “… não volte as costas à disfunção eréctil…”, Sócrates voltou mesmo costas ao debate com a dra. Ferreira Líder da Oposição Leite, ou, como se poderia chamá-la, com propriedade, - dra. Ferreira LOL.
Fez bem, por duas razões:
Porque a dra. Ferreira Leite não existe politicamente, e porque o que a publicidade diz é manifestamente um erro grosseiro.
É absolutamente seguro, toda a gente o sabe, voltar costas à disfunção eréctil.
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Friday, January 9, 2009

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Pallywood...

O Insurgente descobriu esta curiosidade.
Perante isto, é legítimo questionar quem na Gaza de hoje controla os números e quem pode assegurar que tudo o que se vê é realidade?
Entre a chuva de números com contagens de vítimas a aumentarem a cada novo noticiário, quanto do que se vê é realidade e quanto é mascarada?
Evidentemente que há vítimas, e não serão poucas. Mas quando se vê esta encenação, ficam muitas perguntas no ar.
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Vale a pena ver até ao fim.
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Coincidências:

A ministra Ana Jorge, que fala sempre como se lhe estivessem a espetar uma injecção de buscopan, deu ao país uma novidade inquietante: "o vírus da gripe gosta muito do frio".
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- O Campari também gosta.

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("clic" para ver melhor o Campari)

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Wednesday, January 7, 2009

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As graças da Câmara e os seus hóspedes engraçados.

Em vez de abrigar à borla ou quase de graça, gente engraçada como Batista Bastos, seria preferível que a Câmara aspergisse as suas graças sobre os desgraçados que dormem nas ruas.
Haveria nisso o mérito de uma preocupação com quem verdadeiramente precisa. Assim, a Câmara prefere o demérito de se deixar simplesmente sugar por oportunismos sem vergonha.
Nestas noites em que mais sofrem o frio, talvez os desgraçados das ruas gostassem de indicar à Câmara, e aos seus hóspedes de luxo, em que lugar poderiam meter a conversa piedosa, quando não podem deixar de fazer de conta que se preocupam.
Se o Bastos é de esquerda, como gosta de dizer, e se a Câmara também o é, sinto-me bem por não ter esse defeito.
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Tuesday, January 6, 2009

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Um país, duas fatias.

O governo, como um barco à deriva, segue em frente na esperança de lhe surgir pela proa um qualquer porto sebastiânico de onde pudesse depois dizer – chegámos, era este o destino da nossa viagem.
Entretanto, para disfarçar a coisa, vai entretendo o país com a produção de imagens virtuais de uma economia inexistente e a edição de um discurso de política económica sobre essas e outras irrealidades, no qual faz por parecer acreditar.
A política económica do governo para o ano em curso consiste apenas em ir de fogo em fogo apagando fogos, até ao dia das urnas.
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As empresas, os empresários, os empregados, as donas de casa, os estudantes, os doentes, os reformados, os samesexers, até mesmo o Peres Metello, todos têm no governo um novo Pai.
O Pai que, debruçando-se do seu pedestal, aponta o óculo analítico através do qual disseca o país em duas fatias de sectores, a saber:
Os sectores que merecem ser ajudados, e os sectores que não merecem ser ajudados.
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Perguntar-se-á que mal terão causado ao país as empresas, os empresários, os empregados e todas as famílias que vivem dos salários desses sectores que, não merecendo ser ajudados, merecem contudo pagar os impostos com os quais o Pai tirano decide salvar o BPP e ajudar os tais sectores que “merecem ser ajudados”.
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Entre baixar impostos para deixar às empresas e às famílias as escolhas que entendam ser melhores para o seu bem-estar, ou, por outro lado, aumentar impostos para com eles ir ajudar os sectores que no seu entender merecem ser ajudados, o governo escolhe o segundo caminho.
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- “Moralmente negativo”, ao contrário do que diz o governo, não é cortar investimentos públicos improdutivos. É precisamente fazê-los.
- “Moralmente negativo” é dividir o país entre os que, como o BPP, merecem ser salvos, e todos os outros que merecem que se lhes aumente os impostos para que seja o governo a fazer as escolhas, investindo nos projectos que entende ajudarem melhor os abençoados que merecem ser ajudados.
- “Moralmente negativo”, entre outras coisas, é o governo oferecer dinheiro dos contribuintes aos funcionários do Estado, como fez há semanas.
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Moralmente desmoralizador é não haver oposição.
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Monday, January 5, 2009

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A Oeste, nada de novo.

A pretexto do Médio-Oriente, alienes e alienígenas têm passado estes dias a desembuchar recalcamentos nas televisões.
Gente como uma infeliz Ana Gomes, um desesperado José Goulão, e outros “especialistas” de coisa nenhuma.
Até o sr. Luís Amado, tendo em pano de fundo a outra irrelevância que dá pelo nome de Solana, nos comunica com ar grave e aquela sua tristeza penetrante – “mais tarde ou mais cedo, terá que haver um cessar-fogo”.
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É do Leste, da Republica Checa, que parece despontar a novidade.
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Sunday, January 4, 2009

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A insustentável beleza do pretender

Pediu o presidente, no discurso de Ano Novo, a suspensão das querelas partidárias e a aglutinação nacional numa união apontada à ultrapassagem dos problemas económicos do país.
Tendo as querelas origem nas diferentes opiniões quanto às causas dos problemas e às formas de os resolver, o pedido presidencial foi no sentido de os partidos, por um intervalo de tempo indeterminado - se absterem de o ser.
Seria isso possível, ou mesmo desejável?
Claro que não.
É precisamente ao contrário. É a falta de querelas sérias e profundas e até de algum radicalismo q.b., que vem mantendo o país neste morno e seboso não presta.
A contemporização convém ao establishment mas faz doente o país.
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madrugada de domingo - música para dançar ( I )
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Maria Helena

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Saturday, January 3, 2009

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A nova Europa

começou há instantes, mas está já a mostrar os bolores da outra.
A outra, como sempre, escolhe o conforto da posição a meia haste. A posição das meias tintas equidistantes, mesmo que a errada equidistância a afaste do que é certo e equilibrado.

É disto que não gosto na velha Europa. Esta gordura cínica, resquício de um tempo já passado em que lhe era permitido manter-se olimpicamente à margem do que acontecia para lá das suas fronteiras, sempre que não estivessem em causa interesses mais imediatos.

Hoje não é assim. A globalização, ao ter também mudado as fronteiras tornou mais nítida a que separa o campo da paz, do campo do terrorismo.
Conviria à Europa não confundir as coisas. A falta de claridade, preguiçosamente induzida em tantos espíritos europeus cultos, é hoje injustificada e ridícula.
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Friday, January 2, 2009

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Passatempo - Exercício de Adivinhação
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A. H. – O Conquistador
D. D. - O Agricultor
D. J. II – O Príncipe Perfeito
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O. S. – O Ditador
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M. S. – O Descolonizador
C. S. – O Promulgador
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Há prémios para quem adivinhar os nomes:
Um orçamento ainda não rectificado, um Estauto ainda não fiscalizado, entre outros.
- Concorra já.
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Telemóvel aprovado pela DREN e pela Fenprof

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2009, 2 de Janeiro
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Até já.
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verdadeiramente, nunca senti o rezar.
e hoje não sinto.
por que o hei-de agora aprender?
o amor, que tem na dor o seu amar,
é como a aurora, neste tempo tão curto e tão finito.
traz nos braços o seu próprio anoitecer.
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Thursday, January 1, 2009

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Les Sylphides, part 4
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aromas de um Tempo Novo
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(indeed, I would say)
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