Tuesday, February 10, 2009

O General Eanes

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Quanto mais passa o tempo mais nítido se vai revelando o perfil de integridade e coragem do General Eanes.
Percebe-se que tenha sido detestado. A certeza no carácter não convive bem com a aldrabice institucionalizada.
Num tempo de predadores e neste templo de mistificadores, o General continua desalinhado. Permanece o que sempre foi. Um lateiro, como se dizia na tropa.
Acontece ser uma desgraça o país não ter por referência lateiros assim, e continuar a sentar-se ao colo de burlões e latrineiros.

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Monday, February 9, 2009

Pedro Passos Coelho não serve.

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Se mais não fosse, bastaria o endorsement umbilical do eng. Ângelo para carimbar “o Pedro” como mais um fracasso anunciado.
Um monumental desastre.
Será que ninguém percebe que insistir no casting habitual, é persistir no mesmo erro?
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Só alguém de fora, com qualidade e carisma, e não identificado com este psd, poderá gerar a onda essencial.
Só alguém que seja capaz de reposicionar o psd poderá ambicionar vencer.
Só alguém como Alexandre Relvas. É esta a minha opinião.
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Darwin foi uma fraude.

Só o Criacionismo está certo.
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Proibir os despedimentos, semana de 35 horas, € 600,00 de ordenado mínimo.
A natureza, por definição imperfeita e limitada, nunca chegaria ao cristal esplendoroso e perfeitamente esculpido que preenche o admirável cérebro de Louçã.
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Sunday, February 8, 2009

sexo, listas e viste-o.

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Da comparação entre o capital ocioso e o fruto do “trabalho” dos coelhos ficámos a saber que Louçã vê naquele acto, não uma visita ao nirvana, mas uma actividade laboral.
Uma trabalheira muito repetitiva, segundo o conceito de Louçã e o padrão do coelho.
A Joana Amaral Dias é que poderá explicar bem estas idiossincrasias, pois acaba de experimentar Louçã em acção.
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Cadê o coelhinho?

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Este cromo tem cada uma...
Há dois anos afirmou ,ouvi eu, que a mirra que o Rei Mago levou ao menino Jesus, mais não era que uma simples droga.
Volta, não volta, mirra-se. É o que é!
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madrugada de domingo

música para dançar ( V )
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Friday, February 6, 2009

Binómio de excitações

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Enquanto Manuel Alegre é função sem órgão político, o excêntrico ministro Augusto, pelo que por aí se diz, é órgão sem função palpável que vá além de sonoplasta de czar.

A diferença, oh sortilégio! é que enquanto no primeiro caso o agitar da função pode fazer surgir o órgão, no outro caso, por mais que seja agitado, e ainda que lhe malhem, dificilmente o órgão chegará à função sem a ajuda de factores externos.
E isso, posso assegurar, não está nada fácil.
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A transparente lógica da usura

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O negócio bancário, o único em que, grosso modo, a usura permanece legalizada, não faz nada que possa admirar alguém.
Aproveitando a boleia da crise e as ajudas do Estado, o banqueiro foge de conceder crédito às pequenas empresas e orienta a sua acção para o crédito a particulares.
E por que razão isso sucede?
Por ser fantasticamente mais rentável pegar no crédito que seria concedido a uma PME, que por razões políticas seria necessariamente a um juro mais baixo, e espalha-lo por algumas dezenas de particulares, a taxas de juro verdadeiramente pornográficas.
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Por exemplo: o banqueiro, em vez de conceder € 50.000 de crédito a uma PME, à taxa de 8 ou 10%, prefere angariar 10 clientes aos quais concede a cada um € 5.000 de crédito, a taxas que rondam os 30%. Isto é, quadruplica a taxa de juro e, ao dividir o crédito em 10 pequenos montantes, anula praticamente o risco do negócio.
Dir-se-ia que qualquer Administrador Bancário, mesmo não percebendo de Bancos, aprovaria as vantagens desta “opção estratégica”.
Não se pense que este exemplo é imaginação, pois é mesmo assim que a coisa está a funcionar. O “cluster” é que está a dar.
Há poucas semanas chegou-me pelo correio um daqueles cheques com crédito já aprovado (que eu nem pedira), prontinho a ser depositado na minha conta. O amável ofertante era o BBVA, Banco em que nem tenho conta, e a taxa de juro roçava os 29% ao ano. Nada mau!!!
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Como se verifica que a liquidez injectada no sistema bancário não chega aos destinatários e por isso não está a cumprir os objectivos de relançar a economia, parece que os governos fariam melhor se injectassem o dinheiro directamente no tecido produtivo - baixando os impostos às empresas e às famílias.
O maior problema dessa opção era os Bancos ficarem privados deste maná que lhes está a cair no colo.
A crise, que foi criada pelos Bancos, irá – at the end of the day – aproveitar exactamente a eles mesmos.
Também não é novidade.
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Wednesday, February 4, 2009

A novíssima BMW K 1300 GT

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Viajar numa BMW não é fazer turismo.
É mesmo - Viajar.
Viajar a novos lugares, novas paisagens, novas emoções.
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Maxi-Puch 50,
Suzuki 125,
Yamaha 750 Super-Téneré,
Yamaha YZ-250,
Harley-Davidson 1200,
Yamaha XJR 1300,
Honda CBF-1000,
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Depois destas, cheguei à BMW R1200 RT. Um sonho com duas rodas.
Os carros BMW são bons, mas são como muitos outros.
As motas BMW são incomparáveis. São motas de um outro universo.
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Curiosidades Rádio Fónixes

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“… O Sporting – Porto tem à sua volta envolventes curiosas…”
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Monday, February 2, 2009

Que monda... da maçaroca

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Milho verde, milho verde
Ai milho verde, milho verde
Ai milho verde, maçaroca.
À sombra do milho verde
Ai à sombra do milho verde
Ai namorei uma cachopa
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Mondadeiras do meu milho
Ai mondadeiras do meu milho
Ai mondai o meu milho bem
Não olhais para o caminho
Ai não olhais para o caminho
Que a merenda já lá vêm
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Sunday, February 1, 2009

Estados de achismos

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Cavaco Silva acha que o Freeport é assunto de Estado.
Eu acho que o Sol faz bem em achar o Freeport - assunto de estudo.
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Saturday, January 31, 2009

O fumo e o fogo

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Em Inglaterra, até na política existe um mínimo de decoro.
Aqui não.
Sentindo-se culpado, o político nunca abandonará o lugar pelo seu pé. Permanecerá firme, tentando desenrolar novelos de influências a seu favor, e só sairá se o fogo principiar a queimar os olhos do público. Até lá, manter-se-á esperançoso, quanto mais não seja – procurando escapar entre os fumos da Justiça.
Dir-se-á ser mais fácil o inocente bater com a porta, do que o outro. Talvez, mas isso nada prova.
Sentindo-se inocente mas sabendo que morrerá politicamente se sair no meio da tempestade, dificilmente o político ambicioso abandonará o lugar. Ou não fosse da natureza do poder, ter a natureza que tem e valer o que efectivamente vale.
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Duas coisas são certas:
- A primeira é as novelas esgotarem-se rapidamente quando os fumos não têm origem em fogos reais.
- A segunda é ser necessário muito esforço para enxovalhar o brio a certos conceitos de política. Ou por serem eles muito resistentes, ou por lhes ser escasso o brio e difícil de encontrar.
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Lições das causas:

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- O Free Market não faz mal a ninguém, antes pelo contrário.
- O Free Banking faz. Faz, e não é pouco.
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Friday, January 30, 2009

Freepoem do "Ah"

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Ah, forças ocultas em campanhas negras
Ah, falsas disputas a fugir ás regras
Ah, Candidas ajudas do choro das pedras
Ah, mosquinhas das frutas, - a voar ás cegas
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Forças Ocultas

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Se isto é mesmo assim, este país é um kindergarten e andamos todos a brincar ao faz de conta.
Somos, uma anedota permanente, em que as cambiantes mudam à semana, num main- stream inalterável.
Vamos estando cada dia mais habituados a este novo Orwelismo.
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Thursday, January 29, 2009

O surfista de secos e molhados.


Apesar da idade, o prof. Freitas mantém o seu famoso jogo de cintura.
Isto, e as capacidades natatórias e flutuantes, são qualidades que o inscrevem no quadro dos mais notáveis surfistas todo-o-terreno do nosso firmamento político.
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Nas regulamentares bermudas vermelhas, dando o dorso ao sol e provido de um apito, o professor, se a isso se propusesse, ingressaria sem esforço no Team dos nadadores salvadores do Instituto de Socorros a Náufragos.
O sr. Engenheiro, não se encontrando na iminência de naufragar mas podendo vir a necessitar de ser socorrido, - conta com as suas habilidades na prancha.
Contra ventos e marés, pode o país ficar sossegado.
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Wednesday, January 28, 2009

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A saber:

Existem três maneiras de gastar dinheiro.
A mais agradável, - com as mulheres (no sentido elegante),
A mais desafiante, - em apostas nas corridas de cavalos,
A mais rápida, - com engenheiros.
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Com certos engenheiros, a mais rápida pode mesmo ser em Grande Velocidade.
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Nunca esquecer. Impossível compreender.

Passados tantos anos, continuo a ter dificuldade em compreender como foi possível na Europa do sec. XX, na terra que escutou Bach, o animal homem descer tão baixo na racionalidade a ponto de se perder do lado humano que possuía e eleger como metas os mais abjectos e degradantes instintos.
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O poder, quando exercido fora do controle de instituições democráticas - transforma, e quase sempre transforma para pior.
É da natureza do poder, que quem o tem a ele se queira agarrar desesperadamente, não olhando a meios. É por essa razão que se torna fundamental a existência de órgãos que equilibrem o exercício dos vários poderes, sempre na observância do Direito, e tendo presente que o seu destino está na realização material e espiritual do Homem - a célebre medida de todas as coisas.
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Em culturas como a nossa, conhecemos bem o fenómeno do pequeno vilão, revelado com a mesma rapidez com que vestiu as posses de que foi investido. Sejam elas as do simples contínuo, do secretário ou do ministro, as maiores ofensas residem, não em se desrespeitar o interesse do cidadão, em complicar-lhe a vida ou em desperdiçar o dinheiro público, mas em se poder pensar que o tal fulano não manda nada.
Mandar, em qualquer patamar a começar no chefe máximo do pessoal mínimo, é o vértice orgásmico destas tipologias culturais. Só depois virão, quando vierem e desde que superiormente autorizados – os interesses do cidadão simples e anónimo.
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Exemplos? Basta ver a corrente de indignações e indignados, logo que alguém se atreveu a questionar um processo de licenciamento que deveria ter sido clarinho, transparente e acima de qualquer suspeita.
Em Portugal a opinião pública não vale uma linha num jornal. As nomenklaturas são, de facto, os donos disto.
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Falta ver,

até que ponto vai o governo "emPinhar-se" na Quimonda.
Parece excessivo "mondar" o dinheiro dos contribuintes para tentar salvar uma empresa estrangeira. Uma empresa que nem os de lá vêem muito interesse em que seja salva.
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